IncluIR +

De significação profunda, tremendamente perturbadora para quem se lança no túnel da sua apropriação. Incluir sustenta, à partida, uma fragilidade de algum lado, de alguém. Fragilidade que precisa de força de outro lado, de energia, de dignidade, de respeito, de coragem, de intocável imparcialidade. Como saber que não se fere a sensibilidade de quem não sabemos as verdadeiras necessidades, o verdadeiro sentir?
É, assim, um campo de uma grandiosidade extrema, esse de saber como gerir a integração, a inclusão de um ser carregado de experiências de vida mais ou menos difíceis, mais ou menos complicadas.

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Transformar a educação – dar voz às ideias

As paredes de uma escola servem para dar conforto, segurança e proteção do frio e do calor, da chuva e do sol, possibilitar a organização de grupos, as condições para o desenvolvimento de atividades, …, garantir o trabalho do dia a dia de milhares de crianças e jovens em constante crescimento.
Mas uma escola é muito mais do que as suas paredes, muito mais do que os seus espaços. É um sem fim de conexões, de partilhas, de interações, um infinito mundo de ideias, de socialização diária, de crescimento em cidadania ativa. Um lugar fantástico de aprendizagens, de criatividade e inovação, um grande projeto de formação!

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Um Projeto. Uma Pedagogia

A Escola EB2,3 André Soares desenvolve um Clube de Ciência Viva, integrado no Plano Escola+ 21|23 para a recuperação das aprendizagens, com devido enquadramento/ contextualização no Plano de Recuperação e Resiliência.
O Clube Ciência Viva na Escola (CCVAEAS) constitui uma estrutura de orientação pedagógica que fomenta novas formas de promoção de competências, numa metodologia baseada em laboratório vivo das ciências, perspetivando a promoção da qualidade educativa, numa prática interdisciplinar e de articulação entre ciclos de ensino.

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Começar de novo, agir, fazer diferente…

Até parece que nada muda!… O ano, para as famílias dos nossos alunos, começa em setembro. O verão a terminar, o primeiro dia de aulas a chegar, eis que começa a logística de encaixar na agenda dos pais, a escola, as atividades extracurriculares, a vida familiar. O início de cada ano letivo traz uma repetida preocupação, a vida familiar torna-se um puzzle colorido: mochilas, livros, cadernos, equipamento de educação física, guitarra, natação, horários, roupa nova, quem vai levá-lo à escola, quem o vai buscar… a duplicar ou a triplicar conforme o número de filhos. Por outro lado, alunos e professores ansiosos, preparando o (RE)começar! Recomeçar também significa rever colegas, reencontrar amigos e reiniciar o caminho que leva a novos desafios escolares. Recomeçar comporta uma mensagem positiva: começar de novo, agir, fazer diferente!

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Indisciplin’ARTE

Mostra de trabalhos desenvolvidos nos projetos culturais de escola pode ser vista na Biblioteca Lúcio Craveiro durante os dias em que acontece a Noite Branca.

Desenvolvido pelas áreas governativas da Cultura e da Educação, o Plano Nacional das Artes (PNA) tem como objetivo tornar as artes mais acessíveis aos cidadãos, em particular às crianças e aos jovens, através da comunidade educativa, promovendo a participação, fruição e criação cultural, numa lógica de inclusão e aprendizagem ao longo da vida. O PNA incorpora três princípios estratégicos, recaindo no “Eixo C. Educação e Acesso”, no programa “Indisciplinar a Escola”, o desenvolvimento do Projeto Cultural de Escola de cada Agrupamento.
No ano 2019/2020 o Agrupamento de Escolas Sá de Miranda e o Agrupamento de Escolas André Soares aderiram ao Plano Nacional das Artes, fazendo parte do conjunto de escolas que iniciaram este projeto. No ano seguinte juntaram-se o Agrupamento de Escolas de Maximinos e o Agrupamento de Escolas Alberto Sampaio, em 2021/2022 o Agrupamento de Escolas D. Maria II e, já nos finais do corrente ano letivo, o Agrupamento de Escolas Dr. Francisco Sanches.
A exposição Indisciplin’arte  retrata algum do trabalho desenvolvido pelos diferentes agrupamentos de escolas da cidade de Braga no âmbito dos seus projetos culturais de escola.

No  Agrupamento de Escolas André Soares o mote “do Barroco às Media Arts” é o foco de criatividade do projeto cultural que pretende contribuir para um perfil de aluno/cidadão que olhe para a arte nas suas múltiplas manifestações como algo natural e espontâneo.
As Media Arts resultam do cruzamento entre arte, comunicação e tecnologia digital e é nesse encontro que nos propomos promover a presença das expressões artísticas na escola de forma diversificada, incluindo a sua utilização como recurso pedagógico, criativo e transversal.

Participantes: AE Alberto Sampaio; AE André Soares; AE D. Maria II; AE Maximinos; AE Sá de Miranda


 

E lá vão 50 anos!

Uma comunidade unida. Unida pelos laços que ficaram atados pelo percurso escolar André Soares.
Em quase todas as famílias bracarenses há alguém que frequentou a escola, que se recorda dos bons momentos vividos na fase da vida mais marcante na construção do carácter e da personalidade.
Muitos a ela continuam ligados, concedendo-lhe o privilégio de contribuir para a boa formação dos seus filhos. Uma prova de confiança nesta grande organização educativa. Que a dota de credibilidade.
O Agrupamento de Escolas André Soares está inserido no coração da cidade de Braga, com sede na Escola EB 2,3 André Soares. Um nome escolhido pela exuberância do seu patrono, o notável artista bracarense do século XVIII, famoso pela excelência das suas obras.
A escola André Soares, inaugurada em 1971/72, começou a funcionar em duas secções: a masculina, no Liceu Sá de Miranda e a feminina num anexo da Escola Industrial Carlos Amarante. Abriu com cerca de 1900 alunos, já com 30 a 31 alunos por turma, funcionando ainda com um anexo até ao ano escolar de 1983/84.

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