Começar de novo, agir, fazer diferente…

Até parece que nada muda!… O ano, para as famílias dos nossos alunos, começa em setembro. O verão a terminar, o primeiro dia de aulas a chegar, eis que começa a logística de encaixar na agenda dos pais, a escola, as atividades extracurriculares, a vida familiar. O início de cada ano letivo traz uma repetida preocupação, a vida familiar torna-se um puzzle colorido: mochilas, livros, cadernos, equipamento de educação física, guitarra, natação, horários, roupa nova, quem vai levá-lo à escola, quem o vai buscar… a duplicar ou a triplicar conforme o número de filhos. Por outro lado, alunos e professores ansiosos, preparando o (RE)começar! Recomeçar também significa rever colegas, reencontrar amigos e reiniciar o caminho que leva a novos desafios escolares. Recomeçar comporta uma mensagem positiva: começar de novo, agir, fazer diferente!

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Indisciplin’ARTE

Mostra de trabalhos desenvolvidos nos projetos culturais de escola pode ser vista na Biblioteca Lúcio Craveiro durante os dias em que acontece a Noite Branca.

Desenvolvido pelas áreas governativas da Cultura e da Educação, o Plano Nacional das Artes (PNA) tem como objetivo tornar as artes mais acessíveis aos cidadãos, em particular às crianças e aos jovens, através da comunidade educativa, promovendo a participação, fruição e criação cultural, numa lógica de inclusão e aprendizagem ao longo da vida. O PNA incorpora três princípios estratégicos, recaindo no “Eixo C. Educação e Acesso”, no programa “Indisciplinar a Escola”, o desenvolvimento do Projeto Cultural de Escola de cada Agrupamento.
No ano 2019/2020 o Agrupamento de Escolas Sá de Miranda e o Agrupamento de Escolas André Soares aderiram ao Plano Nacional das Artes, fazendo parte do conjunto de escolas que iniciaram este projeto. No ano seguinte juntaram-se o Agrupamento de Escolas de Maximinos e o Agrupamento de Escolas Alberto Sampaio, em 2021/2022 o Agrupamento de Escolas D. Maria II e, já nos finais do corrente ano letivo, o Agrupamento de Escolas Dr. Francisco Sanches.
A exposição Indisciplin’arte  retrata algum do trabalho desenvolvido pelos diferentes agrupamentos de escolas da cidade de Braga no âmbito dos seus projetos culturais de escola.

No  Agrupamento de Escolas André Soares o mote “do Barroco às Media Arts” é o foco de criatividade do projeto cultural que pretende contribuir para um perfil de aluno/cidadão que olhe para a arte nas suas múltiplas manifestações como algo natural e espontâneo.
As Media Arts resultam do cruzamento entre arte, comunicação e tecnologia digital e é nesse encontro que nos propomos promover a presença das expressões artísticas na escola de forma diversificada, incluindo a sua utilização como recurso pedagógico, criativo e transversal.

Participantes: AE Alberto Sampaio; AE André Soares; AE D. Maria II; AE Maximinos; AE Sá de Miranda


 

E lá vão 50 anos!

Uma comunidade unida. Unida pelos laços que ficaram atados pelo percurso escolar André Soares.
Em quase todas as famílias bracarenses há alguém que frequentou a escola, que se recorda dos bons momentos vividos na fase da vida mais marcante na construção do carácter e da personalidade.
Muitos a ela continuam ligados, concedendo-lhe o privilégio de contribuir para a boa formação dos seus filhos. Uma prova de confiança nesta grande organização educativa. Que a dota de credibilidade.
O Agrupamento de Escolas André Soares está inserido no coração da cidade de Braga, com sede na Escola EB 2,3 André Soares. Um nome escolhido pela exuberância do seu patrono, o notável artista bracarense do século XVIII, famoso pela excelência das suas obras.
A escola André Soares, inaugurada em 1971/72, começou a funcionar em duas secções: a masculina, no Liceu Sá de Miranda e a feminina num anexo da Escola Industrial Carlos Amarante. Abriu com cerca de 1900 alunos, já com 30 a 31 alunos por turma, funcionando ainda com um anexo até ao ano escolar de 1983/84.

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Um manifesto pela paz no mundo!

Foi na madrugada de vinte e quatro de fevereiro. A Ucrânia sofreu os primeiros abalos da invasão russa e desde então, já lá vão três meses, o terror cavalga o território. Não fazendo diretamente parte desta guerra, estamos envolvidos e sofremos as consequências. Económica e socialmente instalou-se uma crise no mundo. Não é possível ficar indiferente ao grau maciço de destruição física, humana, moral e cultural. São gigantescas as proporções do mal, milhares de escolas destruídas, milhões de crianças a abandonar o seu país, a sua casa, as suas raízes, seus familiares, sonhos e ideais, à procura de sobrevivência, de um lugar de paz para encontrar abrigo e recomeçar uma nova vida. A guerra viola todos os direitos das crianças que veem a sua infância irremediavelmente alterada, a sua educação interrompida e a sua saúde mental ameaçada, traumas de longo prazo que não podem ser subestimados.

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A voz aos Alunos – Eu e os Outros | a Escola e o Futuro

Recuperando dinâmicas iniciadas no período de implementação do programa de autonomia e flexibilidade curricular, cá estamos com energia para dar continuidade a práticas que promovam o desenvolvimento do sentido crítico e a capacidade de intervenção, de iniciativa dos mais jovens. É urgente formar para a esperança, o sentido de missão, de solidariedade, de espírito de partilha e entreajuda, autonomia, resiliência. Se o Homem nasce para ser feliz, a escola tem cada vez mais novas missões dentro da sua missão essencial – preparar, formar, capacitar pessoas para defenderem a sua felicidade e a dos que as rodeiam.

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O Projeto Cultural de Escola

Determinada a elaboração do Plano Nacional das Artes pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 42/2019, vemos reconhecido “o potencial das artes, na multiplicidade das suas manifestações, para cultivar o respeito pela diversidade, liberdade, expressão pessoal, abertura ao outro, valorização da experiência estética e preservação do património”.
É então proposta aos Agrupamentos a criação de um projeto cultural de escola (PCE) que alimente a identidade da organização educativa e potencie a capacidade inventiva e interventiva dos seus alunos, dando-lhes ferramentas para derrubar barreiras através do desenvolvimento de competências e capacidades criadoras e criativas.

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Eu não FUI!

Campanha de sensiblização para que o edifício escolar e os espaços verdes estejam sempre limpos e bem cuidados.
O respeito e a correta utilização por parte da comunidade escolar dos espaços de recreio exteriores, bem como das instalações escolares, promove atitudes de boa cidadania e de sustentabilidade.

:: vídeo realizado pelas alunas, Carolina Alves, Rodrigo Correia e Margarida Oliveira (8.º ano)