Hora de incluir… de verdade

O Programa do XXI Governo Constitucional estabelece como uma das prioridades da ação governativa a aposta numa escola inclusiva onde todos e cada um dos alunos, independentemente da sua situação pessoal e social, encontram respostas que lhes possibilitam a aquisição de um nível de educação e formação facilitadoras da sua plena inclusão social. Esta prioridade política vem concretizar o direito de cada aluno a uma educação inclusiva que responda às suas potencialidades, expectativas e necessidades no âmbito de um projeto educativo comum e plural que proporcione a todos a participação e o sentido de pertença em efetivas condições de equidade, contribuindo assim, decisivamente, para maiores níveis de coesão social (Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho).
:: ler o artigo completo

:: Página com as crónicas da Dra. Maria Graça Moura


Ler, ler, ler…

Aproximam-se dias de descanso escolar, uma pausa letiva ao fim de mais um ano de intensas experiências, de pausas e avanços, de inúmeras análises e reflexões antevendo o prejuízo nos percursos educativos das futuras gerações.
Poderemos evitar desastres educativos, superar, avançar? Sem sobrecarregar as nossas crianças, os nossos jovens, poderemos recuperar o tempo perdido?
:: ler o artigo completo

:: Página com as crónicas da Dra. Maria Graça Moura


Direitos sagrados!

“Vemos, ouvimos e lemos, não podemos ignorar,” Sofia de Mello Breyner
Aproxima-se o dia 1 de junho, Dia Mundial da Criança, instituído em 1950, alguns anos após a II Guerra Mundial, com o objetivo de sensibilizar a comunidade internacional para a crise social que deflagrou no pós-guerra perante o confronto de milhões de crianças órfãs e abandonadas à sua sorte. 70 anos depois, continuamos a assistir através dos meios de comunicação social a imagens impressionantes de histórias de crianças e jovens vítimas inocentes de guerras, conflitos, ódios e perseguições. É chocante tanto sofrimento!
:: ler o artigo completo

:: Página com as crónicas da Dra. Maria Graça Moura


A primavera na escola!

A primavera chegou e trouxe consigo a beleza das flores, do canto das aves, dos dias mais longos e das paisagens coloridas! Basta olhar o céu mais azul, o sol a brilhar e as árvores a florir, para perceber que um novo ciclo de vida está a despertar. E com a chegada da primavera, aguarda-se a chegada de mais alunos – agora os do segundo e terceiro ciclos, ansiosos por retomarem as aulas presenciais, voltar a reencontrar os amigos, os professores e toda a comunidade educativa, depois do regresso dos mais pequeninos que confirmaram que a escola é um lugar seguro, onde os planos de contingência são seguidos com todo o cuidado.
:: ler o artigo completo

:: Página com as crónicas da Dra. Maria Graça Moura


Escola vazia!

Uma escola vazia, sem crianças, sem alunos, carregada de silêncio em todos os espaços, não faz sentido. As salas de aula, antes tão cheias de olhares curiosos e interações, foram preenchidas apenas pela luz do exterior. Os recreios, antes tão barulhentos, ficaram agora silenciosos e despidos. O que faz de um edifício uma escola não são as suas paredes. É a vida que pulsa em cada ambiente que dá alma a uma escola.
:: ler o artigo completo


Os “r”s da pandemia

Foi como uma bomba que caiu no planeta, trazendo às nossas vidas consequências ainda mais desastrosas que a própria infeção. O momento pandémico carrega-nos de dor. Mais do que nunca, é imperativo respeitar as regras de confinamento para aliviar a pressão dos hospitais, diminuir o ritmo de contaminação e a perda de vidas.
O mundo está a transformar-se e não voltaremos ao “normal”. O “normal” é já uma nova realidade, muito diferente daquela de outrora. Este vírus não é apenas um facto, é um gigantesco turbilhão a desconfigurar o sistema político, social, económico, cultural, mas principalmente educacional.
:: ler o artigo completo


Os “r”s da pandemia

Foi como uma bomba que caiu no planeta, trazendo às nossas vidas consequências ainda mais desastrosas que a própria infeção. O momento pandémico carrega-nos de dor. Mais do que nunca, é imperativo respeitar as regras de confinamento para aliviar a pressão dos hospitais, diminuir o ritmo de contaminação e a perda de vidas.
O mundo está a transformar-se e não voltaremos ao “normal”. O “normal” é já uma nova realidade, muito diferente daquela de outrora. Este vírus não é apenas um facto, é um gigantesco turbilhão a desconfigurar o sistema político, social, económico, cultural, mas principalmente educacional.
:: ler o artigo completo