Construir novas rotas para a educação

“A educação não muda o mundo, muda as pessoas que irão mudar o mundo.”
Paulo Freire

As escolas estão confrontadas com um enorme estímulo: fazer mais, fazer melhor, fazer diferente,….. Pretende-se que até 2023 os alunos recuperem as aprendizagens perdidas, no âmbito do designado Plano21|23 Escola+.
Mas será que estamos a fazer a melhor leitura destes processos? Será que é adequado dizer que vamos agora recuperar o que, supostamente, se perdeu nos tempos de confinamento? Será que é assim que a escola funciona harmonicamente?

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Jovem altruísta doa prémio a associação

Tomás Lourenço, jovem reportér para o Ambiente da Escola EB 2,3 André Soares doou um prémio ao Centro de Apoio à Aprendizagem na valência de Unidade de Multideficiência.
Um prémio conquistado no concurso Internacional ‘Dark Skies Rangers’ e entregue de forma solene, mas simples, na presença da equipa de professores e Assistentes de Educação Especial, bem como da directora do agrupamento, do presidente da UF São José de São Lázaro e S. João do Souto.
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Hora de incluir… de verdade

O Programa do XXI Governo Constitucional estabelece como uma das prioridades da ação governativa a aposta numa escola inclusiva onde todos e cada um dos alunos, independentemente da sua situação pessoal e social, encontram respostas que lhes possibilitam a aquisição de um nível de educação e formação facilitadoras da sua plena inclusão social. Esta prioridade política vem concretizar o direito de cada aluno a uma educação inclusiva que responda às suas potencialidades, expectativas e necessidades no âmbito de um projeto educativo comum e plural que proporcione a todos a participação e o sentido de pertença em efetivas condições de equidade, contribuindo assim, decisivamente, para maiores níveis de coesão social (Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho).
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Ler, ler, ler…

Aproximam-se dias de descanso escolar, uma pausa letiva ao fim de mais um ano de intensas experiências, de pausas e avanços, de inúmeras análises e reflexões antevendo o prejuízo nos percursos educativos das futuras gerações.
Poderemos evitar desastres educativos, superar, avançar? Sem sobrecarregar as nossas crianças, os nossos jovens, poderemos recuperar o tempo perdido?
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Direitos sagrados!

“Vemos, ouvimos e lemos, não podemos ignorar,” Sofia de Mello Breyner
Aproxima-se o dia 1 de junho, Dia Mundial da Criança, instituído em 1950, alguns anos após a II Guerra Mundial, com o objetivo de sensibilizar a comunidade internacional para a crise social que deflagrou no pós-guerra perante o confronto de milhões de crianças órfãs e abandonadas à sua sorte. 70 anos depois, continuamos a assistir através dos meios de comunicação social a imagens impressionantes de histórias de crianças e jovens vítimas inocentes de guerras, conflitos, ódios e perseguições. É chocante tanto sofrimento!
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A primavera na escola!

A primavera chegou e trouxe consigo a beleza das flores, do canto das aves, dos dias mais longos e das paisagens coloridas! Basta olhar o céu mais azul, o sol a brilhar e as árvores a florir, para perceber que um novo ciclo de vida está a despertar. E com a chegada da primavera, aguarda-se a chegada de mais alunos – agora os do segundo e terceiro ciclos, ansiosos por retomarem as aulas presenciais, voltar a reencontrar os amigos, os professores e toda a comunidade educativa, depois do regresso dos mais pequeninos que confirmaram que a escola é um lugar seguro, onde os planos de contingência são seguidos com todo o cuidado.
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Escola vazia!

Uma escola vazia, sem crianças, sem alunos, carregada de silêncio em todos os espaços, não faz sentido. As salas de aula, antes tão cheias de olhares curiosos e interações, foram preenchidas apenas pela luz do exterior. Os recreios, antes tão barulhentos, ficaram agora silenciosos e despidos. O que faz de um edifício uma escola não são as suas paredes. É a vida que pulsa em cada ambiente que dá alma a uma escola.
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