
Sala “Ciência Experimental Inclusiva” do Clube Ciência Viva (CCVAEAS)
Atividade prática/laboratorial: “Os Sons que ouvimos – Construção de um xilofone”
Objetivo da atividade: construir um xilofone para produzir alguns dos sons que ouvimos.
Ao tocar em cada uma das garrafas ouvimos sons diferentes. As garrafas que estão mais cheias produzem sons mais graves e as garrafas que estão mais vazias produzem sons mais agudos.
A diferença de sons produzidos por garrafas com diferentes quantidades de água, ao bater na sua lateral, é explicada pela física da vibração e pela densidade dos materiais: quanto mais água houver na garrafa, mais grave (baixo) é o som; quanto menos água, mais agudo (fino) é o som.
Ao bater com a vareta de vidro (Percussão), o som é gerado principalmente pela vibração do vidro e da água no seu interior. A água absorve energia da vibração do vidro. A água é muito mais densa e tem mais massa do que o ar. Quando a garrafa está cheia, a água “amortece” a vibração do vidro, tornando-a mais lenta. Vibrações lentas produzem ondas sonoras de menor frequência, o que o nosso ouvido interpreta como um som grave (grosso). Quando a garrafa está quase vazia o vidro vibra livremente, criando vibrações rápidas e, consequentemente, um som mais agudo.
Construir um xilofone é dar som à criatividade e ritmo à aprendizagem.
A Equipa do Clube Ciência Viva (CCVAEAS)