Coronavírus COVID-19 (em atualização)


Face à epidemia causada pelo Coronavírus 2019 (n-CoV), que se iniciou na cidade de Wuhan, China, mas já disseminado por outros continentes, e atendendo à declaração da OMS de 30 de janeiro de 2020, ao abrigo dos mecanismos do Regulamento Sanitário Internacional, de que a atual infeção com o Coronavírus 2019 (n-Cov) constitui uma Emergência de Saúde Pública de âmbito Internacional, informa-se que
A Direção-Geral da Saúde (DGS) em estreito alinhamento com as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC), tem ativado o seu plano de contingência interno.
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Orientações na área da alimentação

A lavagem das mãos, as medidas de etiqueta respiratória e de distanciamento social serão sempre as medidas mais importantes para prevenir a propagação da doença por novo coronavírus (COVID-19). Contudo, sabemos que um estado nutricional e de hidratação adequados contribuem, de um modo geral, para um sistema imunitário otimizado e para uma melhor recuperação dos indivíduos em situação de doença. Consulte o manual com orientações na área da alimentação que pode ser utilizado por profissionais de saúde e por toda a população, pois hoje, somos todos agentes de saúde pública.

 

Manual

https://nutrimento.pt/activeapp/wp-content/uploads/2020/03/Alimentação-e-COVID-19.pdf

 

Mais informação

https://nutrimento.pt



Iniciativa Regresso às Aulas

O final do 2.º período do ano letivo 2019/2020 foi atípico, mas os 15 vencedores
da iniciativa Regresso às Aulas, uma parceria do “Jornal de Notícias” com
a Staples e a Opticalia, que visa premiar alunos dos 6 aos 12 anos, oriundos
de famílias carenciadas, conseguiram melhorar o desempenho escolar.

A Alexandra Cerqueira do Agrupamento de Escolas André Soares foi uma das alunas premiadas que manteve a nota de Bom a Português, Inglês e Matemática e o Muito Bom a Estudo do Meio e a Expressões Artísticas e Físico-Motoras.
:: ver premiados


 

A solidariedade multiplica-se durante a crise sanitária

Neste momento de combate ao novo coronavírus, a solidariedade portuguesa tornou-se numa das principais armas no combate à pandemia

Todas as semanas o governo renova os números sobre o material de proteção que compra no estrangeiro, mas quer passar a comprar mais em Portugal. Para isso, e com a economia a meio gás, dá a possibilidade a empresas nacionais de se adaptarem,  sempre que possível, para que possam produzir luvas, máscaras, viseiras ou batas, mantendo empregos e ao mesmo tempo que ajudam o Serviço Nacional de Saúde.

O Ministério da Saúde e o Ministério da Economia criaram um catálogo com as orientações técnicas para a colocação no mercado destes equipamentos, garantindo as normas de segurança, que são depois validadas e fiscalizadas, pelo Infarmed e pela ASAE.

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Hortas Comunitárias melhoram a qualidade de vida

Junto à malha urbana de Braga existe um espaço criado para a prática da horticultura de lazer. Hoje em dia é mais que um espaço de agricultura: é um local de convívio e troca de experiências, iniciativa para promoção e melhoria da qualidade de vida e hábitos de consumo dos cidadãos.

É um local com 22 mil metros quadrados, com 180 talhões, sendo assim, um exemplo da implementação de uma horta urbana.
“Queremos que seja o mais saudável possível”, conta Hugo Correia, usufrutuário de um talhão da horta comunitária da Parada de Tibães.
Cada lote tem 50 metros quadrados. Os cultivadores das hortas devem obedecer às regras das boas práticas ambientais, nomeadamente o não uso de pesticidas, a utilização correta da água e a promoção da compostagem de resíduos orgânicos, transformados em fertilizante natural.
Segundo Hugo Correia “o processo do crescimento das plantas devia ser natural.
Vou plantando consoante a altura do ano em que a natureza diz que é a altura indicada para aquela planta”.
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Rio Este, um problema sem fim à vista

O rio Este continua a ser alvo de descargas poluentes de atividades industriais, águas de pedreiras, explorações agropecuárias e até de ligações clandestinas domésticas. Estas descargas normalmente são feitas de noite, por algumas empresas, ao longo do percurso de rio, mas quando só são detetadas pela manhã, não se conseguindo identificar a empresa que provocou esta situação. A Câmara Municipal de Braga tem investido muito no combate a estas situações, mas sem sucesso pleno, os infratores continuam a prejudicar todos os esforços de revitalização do rio Este.
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Aviso – acesso restrito às instalações

Informa-se que, considerando as medidas impostas pelo Estado de Emergência no sentido de evitar a propagação do COVID-19, todas as instalações do Agrupamento se encontram encerradas ou com acesso restrito. Eventuais contactos devem ser efetuados por email (geral@aeandresoares.pt) ou por telefone (968 077 793), disponível das 9 às 12 horas e das 14 às 16.30 horas.
Situações de emergência relacionadas com o COVID-19, depois de cumpridas as normas da Direção Geral de Saúde, devem ser comunicadas para: covid19@aeandresoares.pt ou 968 077 793, identificando a criança / aluno, ano e turma, em conformidade com o plano de contingência do Agrupamento.
Toda a informação será disponibilizada na página do Agrupamento.
A Diretora,
Maria da Graça Moura


Horta urbana comunitária e a ameaça da vespa asiática

Horta urbana comunitária para uma cidade nova
Em Braga, existe um aumento significativo de campos agrícolas o que contribui para um ambiente mais limpo. Nas áreas urbanas, a atividade agrícola de subsistência, materializada sob a forma de hortas permite uma melhoria da qualidade ambiental, sendo relevante para a manutenção da qualidade do solo, da biodiversidade e, consequentemente, da estrutura ecológica.

A residente Eulália Pereira possui uma horta urbana, há cerca de três anos e meio, a Horta Urbana Comunitária das Lameiras.
Uma horta comunitária é um espaço organizado, dividido em parcelas que são cedidas gratuitamente para serem utilizadas pelos interessados para o cultivo de legumes, hortaliças, plantas aromáticas e medicinais e espécies frutícolas.
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Rainha polinizadora ameaçada pela vespa asiática

Em Portugal, especialmente na região do Minho, a abelha melífera está a ser alvo de ataques da vespa asiática, que se tem espalhado por outras regiões do país, dizimando imensas colmeias, provocando prejuízos aos apicultores, mas afetando também o ecossistema.

As abelhas são animais com um papel fundamental para a biodiversidade, que estão a ser ameaçadas pela poluição ambiental, pela utilização excessiva de produtos químicos e, há alguns anos, pela espécie invasora, a vespa asiática.
Segundo Natália Costa, técnica da Quinta Pedagógica de Braga, “as abelhas são indispensáveis para a biodiversidade por serem um dos principais polinizadores das plantas”. A técnica citou uma frase atribuída ao físico Albert Einstein, para reforçar o seu papel no ecossistema: “Se as abelhas desaparecerem da face da Terra, a humanidade terá apenas mais quatro anos de existência. Sem abelhas não há polinização, não há reprodução da flora, sem flora não há animais, sem animais, não haverá raça humana.”
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